quinta-feira, 19 de maio de 2011

Eu e tu perdemo-nos.
Eu perdi-me de ti, e tu perdeste-te de mim.
Agora só me resta a minha pessoa, e a ti só te resta a tua.
E já não somos um. Somos dois que se encontram no meio do caminho.
E já não pensas para mim; pensas para ti.
E o meu amor já não chega. Mas o teu chega-me !

Aspiras demasiado alto, como um balão de hélio que sobe, sobe, ... e bem lá em cima,
Bem sobre as nuvens, finalmente explode. E a borracha rasgada cai sobre os meus cabelos,
mas eu não faço a mínima ideia do que seja, ou do que foi realmente.

Só quero nada. Não quero nada. Quero-te a ti, não quero mais nada, ora.