E o mundo desabou na minha na cabeça e no meu
Coração.
E a gravidade faz sentir o seu poder cada vez mais,
E o meu centro gravitacional está cada vez mais pesado.
Ele expande-se e contrai-se, ora eu expiro ora eu inspiro.
E quando inspiro a dor contrai-se; quase que desaparece.
Mas depois ao expirar sinto outra vez o peso da gravidade.
Não é horrível, isso não. É simplesmente sublime.
A dor aliada à beleza?! Impossível. Na mente de um maníaco-depressivo talvez fizesse sentido.
Mas eu não sou maníaca-depressiva. Eu sou feliz.
Mas voltando um pouco atrás, sim, a dor aliada à beleza.
Num instante, os sentimentos misturam-se como azeite e água;
E por um lado temos o Amor, o mais belo dos sentimentos, e por outro a dor.
Impossível sentir um sem o outro. Impossível concentrar-me na dor sem reparar que o Amor está lá.
Aí, meu Amor. Aqui, no meu coração.
Então pode-se dizer que estes dois sentimentos vivem eternamente ligados
Vivem em perfeita simbiose no meu coração, nestes dias.
O Amor sobrepõe-se à dor; mas nunca a dor se irá sobrepor ao Amor.
A felicidade instala-se e pontapeia a tristeza.
"Fora daqui, dos nossos corações!"
A dor serve apenas para uma única coisa: para nos perguntar-mos "porque sofremos?"
Sofremos por Amor.
E o Amor é felicidade, Amor.
sábado, 18 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Imagino-nos a sós. Assim sozinhos no mundo.
À mercê um do outro, assim, só com os nossos olhos para olhar.
Só os nossos pensamentos pra nos preocupar.
O meu amor, o meu nariz, os meus braços, as minhas mãos,
As minhas pernas, a teus pés.
Assim, como agora. Hás-de dar-me o mundo, e eu hei-de aceitá-lo. Contigo.
Juntos somos o desconhecido, o misterioso.
À mercê um do outro, assim, só com os nossos olhos para olhar.
Só os nossos pensamentos pra nos preocupar.
O meu amor, o meu nariz, os meus braços, as minhas mãos,
As minhas pernas, a teus pés.
Assim, como agora. Hás-de dar-me o mundo, e eu hei-de aceitá-lo. Contigo.
Juntos somos o desconhecido, o misterioso.
A Certeza de Saber
O que é que ele sabe?
O gajo não sabe nada.
O gajo não pesca nada disto.
Ele não sabe (ou soube) metade do que eu sei
Em relação ao Amor.
Hm, relações e acções supra-idealizadas.
Eu, ao contrário dele,
Sei tudo o que me é possível saber
Em relação ao
Amor.
O conseguir trazer pra realidade
O meu Alter-ego só por ti, Amor.
O desejar, o sofrer, o errar e o melhor de todos:
O acertar e o sentir.
Sentir o meu eterno Amor a irradiar-se nos meus poros,
Sentir o teu Amor a entranhar-se na minha pele,
No meu corpo.
O sonho mistura-se com a realidade
E não há como voltar atrás. Mas também
Quem estaria no seu perfeito juízo
Para querer abandonar o próprio paraíso?
Deixar de sentir a iluminação divina
Que prova que algo mais está em jogo.
Não sou só eu ou tu; Somos mais.
Somos muitos. Sinto no teu olhar
E no meu
A força e o desejo contidos, loucos, fervendo de vontade,
Desejosos e loucamente maravilhados com a simplicidade do teu ser. Do Meu Amor. O Teu Amor.
O gajo não sabe nada.
O gajo não pesca nada disto.
Ele não sabe (ou soube) metade do que eu sei
Em relação ao Amor.
Hm, relações e acções supra-idealizadas.
Eu, ao contrário dele,
Sei tudo o que me é possível saber
Em relação ao
Amor.
O conseguir trazer pra realidade
O meu Alter-ego só por ti, Amor.
O desejar, o sofrer, o errar e o melhor de todos:
O acertar e o sentir.
Sentir o meu eterno Amor a irradiar-se nos meus poros,
Sentir o teu Amor a entranhar-se na minha pele,
No meu corpo.
O sonho mistura-se com a realidade
E não há como voltar atrás. Mas também
Quem estaria no seu perfeito juízo
Para querer abandonar o próprio paraíso?
Deixar de sentir a iluminação divina
Que prova que algo mais está em jogo.
Não sou só eu ou tu; Somos mais.
Somos muitos. Sinto no teu olhar
E no meu
A força e o desejo contidos, loucos, fervendo de vontade,
Desejosos e loucamente maravilhados com a simplicidade do teu ser. Do Meu Amor. O Teu Amor.
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