sábado, 2 de abril de 2011

As pessoas vivem numa bolha.
Eu não quero. Eu NÃO vivo numa bolha.
Eu já decidi, e rompi a minha bolha.
Eu tirei um alfinete do meu bolso e rebentei a minha bolha.
Sendo assim, a minha bolha é o mundo.

As pessoas vivem numa bolha de falsidade. Falsidade, sim.
Falsas virtudes que acreditam serem verdadeiras. Mas não são.
E as suas bolhas são feitas como um castelo de cartas, e as pessoas têm medo que, ao tirar uma carta, o seu castelo caia. E cai mesmo.
E depois já não têm bolha - coitados. A vida não é uma bolha. Nem um castelo de cartas.
A vida não é frágil.
Eu não sou frágil.
As minhas virtudes não são frágeis como um castelo de cartas. Consigo tirar 10 cartas sem fazer o meu castelo ruir. Impressionante, não é?
Não, não é. É a coisa mais simples e natural do mundo.

Tirem-me o chão, e eu flutuo.

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